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quarta-feira, maio 18

Alimentação- Meu filho não quer comer. O que eu faço?

Pai e mãe devem ter em mente o seguinte: quando a fome apertar, a criança vai comer. Mas, nada de alarmes, não é preciso deixá-la com fome. Há caminhos bem mais suaves para persuadi-la a alimentar-se. O primeiro passo é verificar se realmente não há nenhum problema de saúde, ou seja, se a falta de apetite não é de origem orgânica, incluindo o início da dentição, o que também resulta no desinteresse pelos alimentos. Não havendo nenhum problema do gênero, papai e mamãe devem adotar alguns procedimentos:
  • Nunca ofereça muita comida à criança - ela tem o estômago pequeno;
  • Varie os alimentos. A mesma comida, todos os dias, não desperta o interesse. Incremente o prato com algum alimento de cor diferente daquele que você ofereceu anteriormente, por exemplo;
  • Evite que a criança fique "beliscando" entre uma refeição e outra;
  • Mantenha verduras e legumes em todas as refeições. Mesmo que a criança não aceite, não a obrigue a comer, assim ela ficará com raiva do ingrediente. Deixe lá, a constante presença desses alimentos despertará a curiosidade da criança;
  • Em contrapartida, não ofereça sopas batidas no liquidificador para que a criança ingira verduras e legumes. Essa tática dificulta o estímulo do paladar, por não permitir que a criança reconheça os diferentes sabores;
  • Respeite os gostos de seu filho, pode ser que ele realmente não goste de determinada comida e, mesmo nos primeiros anos de vida, a criança já tem preferências e aversões alimentares. Às vezes, por não gostar de um ou de outro ingrediente, ela rejeita toda a refeição;
  • O ambiente onde as refeições são realizadas deve ser tranqüilo. Desligue a TV, abaixe o volume do rádio e evite discussões;
  • A criança com mais de um ano e que ainda toma muitas mamadeiras ao dia pode ter dificuldades em aceitar os alimentos sólidos, neste caso é melhor diminuir as mamadas;
  • A criança não gostou da comida. Por zelo, muitas mães preparam a refeição dos filhos separadamente, usando poucos temperos. O problema é que às vezes a comida fica sem gosto algum. Experimente os alimentos antes de oferecê-lo aos menores;
  • Não dê sucos e refrigerantes durante a refeição, porque a capacidade gástrica da criança ainda é limitada. Se ela tomar um desses líquidos pode não ter espaço para a comida;
  • Não force seu filho a comer. Se ele ficar com fome, vai alimentar-se na próxima refeição;
  • Não ofereça comida fora de hora. A criança que passa o dia inteiro comendo dispensa as refeições principais pelo simples fato de não estar com fome;
  • Deixe a criança comer com as mãos. Ela se diverte manipulando a comida e vê nesse momento uma ocasião prazerosa, agradável;
  • Nunca prometa uma recompensa, como por exemplo, "coma o arroz que eu lhe dou um sorvete". Assim você fará com que seu filho tenha desprezo pela comida;
  • Não faça a brincadeira do aviãozinho. A hora é de comer, não de mimar a criança;
  • Não adianta pedir para seu filho comer cenoura se você está comendo um sanduíche, ele naturalmente irá querer comer o lanche, pois se você despreza a cenoura, é porque o outro alimento deve ser mais gostoso; 
  • Por fim, seja firme com a criança, sem ser rígida, afinal o momento de se alimentar deve ser prazeroso e não angustiante.
Não esqueça que uma alimentação excessiva pode resultar num adolescente obeso, que futuramente irá procurar um endocrinologista para emagrecer. Considere também que a necessidade energética da criança vai diminuindo com o passar dos anos. Uma criança com três anos de idade, por exemplo, precisa de mais calorias do que uma com sete, o que torna normal a redução do apetite.
Há mães que, de tão preocupadas, oferecem suplementos nutricionais sem orientação. Sem querer elas podem estar contribuindo para a formação de um adulto obeso, pois a energia extra que a criança recebe passa a se acumular em seu tecido gorduroso.
O detalhe importante é que o número de células gordurosas de uma pessoa é definido até os dois anos de idade e, existindo um número muito grande de células adiposas no organismo adulto, essa pessoa terá mais dificuldade em controlar seu peso, ao contrário daquela que, na infância, recebeu uma dieta balanceada e produziu um número normal de células gordurosas.

terça-feira, maio 17

Transtorno alimentar infantil

                                                                                                Os transtornos alimentares, geralmente    apresentam as  primeiras manifestações a partir da infância ou adolescência.
Dentre os que se apresentam na infância, os mais comuns são regurgitação ou remastigação de alimentos (transtorno de ruminação), a PICA (comer substâncias como barro, terra, areia, cabelo, entre outros) e o não querer mamar o leite materno ou mesmo não aceitar a mamadeira.
Os transtornos tardios iniciados na adolescência, geralmente são a Anorexia e Bulimia Nervosa, relacionados à alterações no apetite e discrepância em sua imagem corporal real.
A Anorexia Nervosa, surge geralmente, na idade escolar. O adolescente sofre muita pressão da mídia, amigos, revistas, entre outros, que nos impõe que um corpo magro e "cheio de ossos" aparentes é tido como um padrão de beleza. Mas na verdade essa magreza excessiva não representa um corpo saudável e também não é belo.
A Bulimia Nervosa está relacionada com a compulsão alimentar e purgação em seguida. O indivíduo se alimenta compulsivamente e em seguida coloca tudo pra fora, seja através do vômito ou pelo uso de enemas. Normalmente, esses episódios estão relacionados a algum tipo de sentimento, como frustração, tristeza, raiva, ódio, solidão, exclusão, entre outros.
São muitos os motivos para que a criança ou adolescente apresente uma recusa alimentar, cabe aos pais saber distinguir o ponto que passa a ser algo anormal e procurar a ajuda de um profissional da saúde. Não demore para buscar ajuda, quanto mais tempo, mais complicado e pode ser tarde demais!

segunda-feira, maio 16

DICA SAUDÁVEL


Troque o pãozinho por um suco natural e biscoitos integrais e nuturais, muito mais saúde para seu corpo, faça exercícios sempre que possível, pratique um esporte, viva feliz!!!
Veja alguns alimentos antioxidantes que vão auxiliar o bom funcionamento de seu organismo:
Tomate e Melancia são fontes de licopeno, eles combatem o envelhecimento das células, estimulam o sistema de defesa do organismo.
Uvas vermelhas, suco de uva e vinho tinto, atuam no combate aos radicais livres.
Frutas como laranja, limão e tangerina, possuem vitamina C e apresentam ação antioxidante.
O chá
 verde e branco possuem Flavonóides de ação antioxidante.
O Alho fornece antioxidantes deve ser consumido cru ou em temperos
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domingo, maio 15

8 motivos para você beber mais água




Ela é sinônimo de vida – não é à toa que uma das grandes preocupações do momento é a preservação desse líquido cada dia mais precioso. Economizar água é palavra de ordem da nossa era. Só não vale para um caso: hidratar seu corpo.

Para ajudá-la a manter a corpo e a saúde em dia, destacamos oito motivos que fazem da água uma das suas melhores amigas. 

1 - Facilita a Digestão
A água ajuda na formação de enzimas (substâncias que facilitam as reações químicas no organismo) e também da saliva e do suco gástrico, que atuam na digestão.

2 - Combate o Inchaço
Sem uma hidratação adequada, o volume de sangue diminui. Assim, as vitaminas e os minerais que ele carrega demoram mais tempo para chegar às células e, conseqüentemente, na pele e nas extremidades como cabelo e unhas. Por outro lado, bem hidratada, sua pele fica bonita e seu cabelo e unhas fortes. Além disso, com uma boa irrigação, o organismo não retém sódio – responsável pelo inchaço.

3 - Reduz Infecções
Ao se manter hidratada, você assegura que seu corpo será bem nutrido pelo sangue. É ele também que transporta minerais, como o ferro – importante para fortalecer as defesas do organismo.

4 - Regula a Temperatura
Por meio da transpiração, a água evita que o organismo entre em colapso com alterações bruscas de temperatura e faz com que ele se adapte ao ambiente.

5 - Turbina a performance na malhação
O melhor desempenho em atividades físicas ocorre porque as fibras musculares “ficam azeitadas”, deslizando com mais facilidade, o que reduz o risco de cãibras e de contusões.

6 - Desintoxica e previne a celulite
Grande parte das toxinas é expulsa do nosso organismo por meio da urina e do suor. Por dia, eliminamos 1 litro e meio de urina e o equivalente a um copo de água na transpiração. Se não houver hidratação suficiente, esse processo – e a sua saúde! – fica comprometido. A água amolece as fezes, facilitando a eliminação delas. Todo esse conjunto, aliado à melhora na circulação sanguínea, acaba prevenindo o aparecimento de celulite.

7 - Ajuda a emagrecer
Isso acontece principalmente quando ela é consumida junto com fibras solúveis, encontradas, por exemplo, nas frutas e na aveia. Em contato com a água, as fibras incham como uma esponja e dão sensação de saciedade. A água também pode “enganar” temporariamente o estômago com sua presença, mas, como ela não sofre digestão e absorção, essa sensação passa rapidamente e a fome reaparece.

8 - Melhora a absorção dos nutrientes
Vale lembrar que é o sangue que carrega a glicose e outros nutrientes para as células, alimentando-as. E só uma hidratação adequada garante o volume ideal de sangue para transportar os nutrientes. Além disso, para serem absorvidos, eles precisam da água. É o caso das vitaminas C e do complexo B, que reforçam nossas defesas.

“Rótulos saudáveis” enganam quem faz dieta, diz pesquisa





Alimentos saudáveis fazem parte de qualquer dieta de qualquer pessoa que está tentando emagrecer. Sabendo disto, a indústria de alimentos elabora cada vez mais produtos a fim de atender a este mercado. Mas um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Chicago aponta que quem quer emagrecer dá mais atenção ao rótulo de saudável do que ao conteúdo da embalagem – e são facilmente enganados.
“Rótulos saudáveis” enganam quem faz dieta, diz pesquisa (foto: ambro/freedigitalphotos)“Na tentativa de manter sua meta, uma escolha comum seria evitar massas e optar por uma salada na hora do almoço, por exemplo. Porém, a sua salada pode ser saudável apenas no nome”, diz Caglar Irmal, autor do estudo com Beth Vallen e Stefanie Rodrigues Rosen.
Segundo os pesquisadores, ultimamente os restaurantes têm incorporado ingredientes em suas saladas que geralmente são evitados por pessoas em dietas, como carnes vermelhas, queijos, pães e até as massas. “Batatas fritas são rotuladas como ‘chips vegetarianos’; milk-shakes são chamados de ‘smoothies’; e as bebidas açucaradas são chamadas de ‘água com sabor’. Se supostamente quem faz dieta está mais sintonizado com os alimentos saudáveis, por que eles se confundem com os rótulos?”.
De acordo com a pesquisa, com o tempo, as pessoas em dieta aprenderam a simplesmente evitar alimentos reconhecidos como proibidos, com base no nome do produto. “Assim, eles associam o nome a algo saudável ou não saudável e não gastam tempo considerando outras informações do produto, que possam impactar as suas avaliações. Pessoas que não estão em dieta, por outro lado, estão mais atentas às informações gerais dos produtos”, explica Irmal.
Para chegar a estes resultados, os pesquisadores selecionaram um grupo de pessoas em dieta para o qual foi apresentado um prato composto por uma mistura de legumes, massas, salame, queijo e alface. Em dois momentos diferentes, este mesmo prato foi identificado como “salada” e como “massa”. Quando identificado como massa, os participantes automaticamente o consideraram menos saudável, sem considerar a qualidade dos alimentos presentes.
Em outro estudo, participantes em dietas e que não estavam em dietas ficaram diante de um mesmo produto identificado de duas formas diferentes. O produto era um doce, porém, quando chamado de “fruta mastigável”, as pessoas em dieta apreciaram mais do que quando chamado de “bala mastigável”. “Para aqueles em dieta, o produto com o nome “bala mastigável” era menos saboroso. Para aqueles que não estavam em dieta, não foram percebidas diferenças”, conclui.
-Com informações da University of Chicago

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“O método científico é comprovado e verdadeiro. Não é perfeito, é apenas o melhor que temos. Abandoná-lo, junto com seus protocolos céticos, é o caminho para uma idade das trevas.” Carl Sagan

"O que pode ser afirmado sem provas também pode ser descartado sem provas" Christopher Hitchens

sexta-feira, maio 13

Refrigerantes com zero caloria não ajudam a emagrecer, dizem pesquisas

Os refrigerantes de zero caloria (conhecidos como diet, light ou zero) são procurados por aqueles que querem emagrecer, mas será que eles realmente contribuem com a dieta? Pesquisas mostram que eles não ajudam na saciedade e podem fazer com que você coma ainda mais. Eles só são eficientes se a ingestão de calorias for controlada, e o mesmo vale para os refrigerantes normais, os doces etc. E ainda o açúcar proporciona maior saciedade e faz você comer menos em seguida.
Além disso, os refrigerantes com adoçantes artificiais devem ser consumidos com moderação, pois possuem altas doses de sódio, que em excesso pode causar maior retenção de líquidos e aumentar a pressão sanguínea. Além disso, alguns adoçantes usados no Brasil são proibidos em outros países países (ciclamato de sódio é proibido na França, nos EUA, no Japão e na Inglaterra e a sacarina sódica é proibida na França e no Canadá -- usados na maioria dos refrigerantes zero no Brasil).
Diversas pesquisas nos Estados Unidos indicam que populações que ingerem refrigerantes dietéticos apresentam maior aumento no Índice de Massa Corpórea (IMC) do que os que consomem a bebida açucarada, é o que explica Quig Yang em seu artigo para a Universidade de Yale. Apesar disso, pouco se sabe dos mecanismos que levam a esse ganho de peso.
Algumas pesquisas acreditam que o aumento de ingestão calórica associado ao uso de adoçantes artificiais se deve a mecanismos biológicos (menor saciedade, maior absorção de calorias na digestão etc.), outras acreditam que pode haver um fator psicológico, você pensa que está sendo muito saudável consumindo seu refrigerante dietético e por isso pode comer aquela sobremesa que não comeria caso o refrigerante fosse normal e acaba extrapolando.
Estudos feitos com diferentes tipos de adoçantes em ratos têm demonstrado que o uso de adoçantes aumenta o consumo calórico e o peso. A nutricionista Fernanda de Matos Feijó, mestre e doutoranda pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), pesquisou o efeito de suplementação de sacarose (açúcar), sacarina e aspartame (adoçantes dietéticos) em ratos com alimentação livre (comendo quanto quiserem). Em sua pesquisa, os ratos que recebiam suplementação de açúcar comiam menos ração e eram mais magros que os que recebiam os adoçantes dietéticos e os que não recebiam suplementos. O açúcar aumentou a saciedade dos ratos, resultando numa menor ingestão de comida e calorias.
Como os refrigerantes light não aumentam a saciedade, eles possuem nesse sentido um resultado semelhante ao da água. Acabam gerando uma maior ingestão calórica diária do que a apresentada por aqueles que consomem as bebidas com açúcar. Os ratos da pesquisa de Feijó que consumiram suplemento de açúcar terminaram a pesquisa mais magros que os que consumiram sacarose, aspartame e só ração, mesmo consumindo a bebida mais calórica e tendo ração livre como os demais. Vale lembrar que a solução com açúcar não era servida à vontade, tinha uma dose diária definida, portanto a pesquisa não fala nada sobre consumir altas doses de uma bebida muito açucarada e sim pequenas doses.
Feijó explica que o ser humano não age apenas por instinto, então uma pessoa pode consumir mais ou menos alimentos por questões emocionais, mas desde a amamentação temos o instinto de sentir saciedade com ingestão de alimentos com açucares. O leite materino possui açúcares e estimulava a sensação de saciedade.
Além disso, na hora de emagrecer a força de vontade é fundamental, sendo assim, mesmo sem se sentir totalmente saciada, há como fazer um esforço para consumir uma quantidade menor de calorias, nesse caso, consumir o refrigerante diet pode ajudar a ter um menor valor energético, pois a mesma bebida com açúcar tem muito mais calorias.
Outro motivo indicado por Yang é o costume do paladar. Algumas pesquisas mostram que consumir menos sal e não utilizar outros produtos para substituí-lo pode alterar o paladar e diminuir a tolerância ao sal. O mesmo pode ocorrer com o gosto doce, ao consumir o adoçante dietético você acostuma o seu paladar ao gosto doce e cada vez mais vai buscá-lo, muitas vezes em alimentos com açúcar, altamente calóricos, mas nessa teoria o refrigerante com açúcar teria o mesmo efeito que os adoçados artificialmente e a solução seria consumir cada vez menos essas bebidas de gosto muito açucarado.
Feijó também comenta que pesquisas deram indícios de que o refrigerante com adoçantes artificiais pode diminuir o metabolismo e assim, contribuir de fato com o ganho de peso em vez da perda. Mas essas teorias não têm ainda comprovação.
Antes que você saia por aí tomando litros de um refrigerante bem doce, Feijó conta que alimentos sólidos com açucares são mais eficientes do que os líquidos para saciar. Ela recomenda que se evite o consumo de refrigerantes em geral, consumindo no máximo um copo por dia (200 ml) de preferência só em ocasiões especiais, pois esses produtos tem uma quantidade muito grande de açúcar. Os dietéticos, por terem muito sódio, ela recomenda apenas para os diabéticos, pois os regulares tem muito açúcar, o que geraria um aumento grande e muito rápido na glicemia. Mesmo assim, o consumo deve ser moderado.
Ao se falar de refrigerantes adoçados artificialmente é preciso deixar claro se há diferença entre os produtos light, zero e diet. Mariana Del Bosco, nutricionista membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), explica que de acordo com a legislação brasileira, o produto light deve apresentar uma redução 25% ou mais de calorias ou de algum nutriente, como açúcar ou gordura. Já o produto diet ou zero, deve ser isento de algum componente, como sal ou açúcar. No caso do refrigerante, seja diet, light, ou zero, não há diferença. Todos são isentos de açúcar e apresentam quantidades insignificantes de calorias.
Garanta sua segurança
Por ser uma bebida sem nutrientes, Del Bosco explica que não há indicação (não se indica um mínimo dele) para o consumo desse tipo de produto. Estudos mostram que crianças que consomem refrigerantes tendem a ingerir menos leite, fonte de cálcio, além disso, o refrigerante tem fósforo, um elemento que, em excesso, pode atrapalhar na incorporação do cálcio no osso. Isso pode, em maior ou menor grau comprometer a saúde óssea, por isso o consumo em excesso de refrigerantes deve ser evitado, em especial por idosos e crianças.
Aprovados para o consumo no Brasil, os adoçantes ciclamato de sódio e sacarina sódica são proibidos na França. O ciclamato é proibido também nos EUA, Japão e Inglaterra e a sacarina é proibida no Canadá.
Os adoçantes são regulamentados pela Anvisa, que garante os produtos podem ser consumidos com segurança, desde que se respeite as dosagens máximas de ingestão. Segundo Del Bosco, é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) que determina quais adoçantes podem ser comercializados e qual é a ingestão diária aceitável (IDA) por dia no Brasil.

Ingestão Diária Aceitável dos Adoçantes

AdoçanteIngestão diária aceitável (IDA)
Acessulfame de potássio15 mg/kg
Aspartame40 mg/kg
Ciclamato11 mg/kg
Sacarina5 mg/kg
Sucralose15 mg/kg
Como calcular (exemplo da sucralose):
60 kg x 15 = 900 mg   –    (Uma pessoa de 60 kg pode ingerir 900 mg por dia)
Del Bosco explica que é muito difícil avaliar a quantidade de refrigerante que se poderia consumir para que não se ultrapasse o limite máximo recomendado, principalmente porque, os refrigerantes são compostos por misturas e isso dificulta o cálculo.
Para proteger o consumidor, a Anvisa também determina a quantidade máxima de cada edulcorante que deve estar presente em 100 ml de refrigerante.

Quantidade máxima de adoçante em 100 g de alimento ou 100 ml de refrigerante

AdoçanteQuantidade máxima em 100 ml ou 100g
Acessulfame de potássio26 mg a 35 mg
Aspartame56 mg a 75 mg
Ciclamato40 mg e 56 mg
Sacarina10 mg a 15 mg
Vale lembrar que a recomendação, portanto, é de consumir com moderação.

quinta-feira, maio 12

Dieta para hemocromatose

A hemocromatose é um transtorno que interfere no metabolismo do ferro provocando grande acúmulo desse elemento no organismo. O controle de sua quantidade no nosso corpo é basicamente dependente da absorção intestinal, sendo que não há nenhum mecanismo fisiológico para eliminar o ferro em excesso, a não ser por conta da perda mínima do mineral decorrente da perda de células ou da perda de sangue durante a menstruação.
O excesso de ferro resulta em danos teciduais e prejuízo funcional dos órgãos envolvidos, especialmente fígado, pâncreas e coração. Alguns sinais e sintomas da hemocromatose são: dor nas articulações, fadiga, fraqueza, perda de peso, dor abdominal, problemas cardíacos e hepáticos, diabetes, entre outros.
Uma dieta restritiva em ferro parece contribuir muito pouco na redução da concentração desse mineral no organismo, além de muitas vezes ser de difícil manutenção. Sendo assim, não é necessário excluir totalmente os alimentos ricos em ferro da dieta, mas alguns cuidados podem ser tomados, como vemos a seguir:

- Cozinhar e armazenar os alimentos em utensílios de materiais não metálicos, como cerâmica ou vidro, para evitar a liberação de ferro nos alimentos
- Evitar o consumo de bebidas alcoólicas
- Não ingerir suplementos vitamínicos ou comprimidos que contenham ferro
- Não consumir frutos do mar crus, pois podem conter a bactéria Vibrio vulnificus, que pode ser fatal para pessoas com excesso de ferro
- Evitar alimentos industrializados enriquecidos com ferro
- Reduzir o consumo de carnes e feijões (feijão, ervilha, lentilha, grão de bico, soja, etc)
- Consumir café, chás escuros (preto, mate e verde) ou leite nas refeições, pois diminuem a absorção do ferro
- Evitar o consumo de alimentos ricos em vitamina C (morango, kiwi, acerola, laranja, limão, etc) em conjunto com alimentos ricos em ferro, pois ela auxilia na absorção do mineral

segunda-feira, maio 9

A importância do consumo do ômega 3

Os ácidos graxos ômega 3, como o ácido alfa-linolênico, o ácido eicosapentanóico e o ácido docosahexanóico, são essenciais ao organismo, sendo necessária sua ingestão por meio de alimentos ou em alguns casos, como suplementos. Alguns estudos indicam diversos benefícios no consumo deste nutriente, como no auxilio a diminuição dos níveis de triglicerídeos e colesterol total, assim como no tratamento de alergias e processo inflamatórios.
O consumo deste nutriente deve estar presente na alimentação, como evidencia estudo recente, o qual aborda a dieta vegetariana como uma opção de alimentação especial, sendo, entretanto necessário o cuidado em relação ao consumo de nutrientes, destacando-se os ácidos graxos ômega 3 e ferro, dentre outros.
Outra pesquisa aborda a esquizofrenia como sendo uma desordem psiquiátrica complexa e debilitante cujo tratamento de base é realizado com medicamentos antipsicóticos. Porém, evidências sugerem que a suplementação dietética com ácidos graxos ômega 3 pode ser benéfica. De acordo com os resultados obtidos pela revisão da eficácia do ômega-3 como coadjuvante no tratamento farmacológico da esquizofrenia, a terapia nutricional com este nutriente mostrou-se útil como coadjuvante no tratamento da esquizofrenia, sendo sugerido que os pacientes esquizofrênicos sejam encorajados a consumir refeições balanceadas e saudáveis ricas ômega-3 e, caso a quantidade ideal não seja atingida pela dieta, a suplementação pode ser benéfica.
Os dados dos estudos destacam aspectos importantes em relação ao consumo de ômega-3, o qual deve ser incentivado, dentro das recomendações nutricionais, para prevenir e melhorar a saúde de forma geral.
Fontes:
Le Roy O., Catalina; Díaz San Martín, Ximena. Dieta vegetariana en la edad pediátrica/ Vegetarian diet at pediatric age. Gastroenterol. latinoam; 21(1): 9-14, ene.-mar. 2010.
ZEMDEGS, Juliane Costa Silva; PIMENTEL, Gustavo Duarte  and  PRIEL, Margareth Rose. Ácidos graxos ômega 3 e tratamento da esquizofrenia. Rev. psiquiatr. clín. 2010, vol.37, n.5, pp. 223-227.
Alimentos Funcionais - 6/mai/2011
 

domingo, maio 8

Estresse x Alimentação

Nessa antiga luta, esperamos sempre que vença a qualidade de vida e o bem-estar. Para tal, uma alimentação a base de verduras, frutas, legumes e cereais integrais, é o melhor caminho na prevenção do estresse. Nem sempre nos alimentamos pela necessidade de nos nutrir. Relacionamos os alimentos às nossas emoções, portanto eles são percebidos como demonstrações de recompensa por êxitos ou fracassos.
Estresse e nutrição estão fortemente ligados. Maus hábitos alimentares, como consumo excessivo de açúcar, sal e cafeína, podem interpor o organismo ao estresse. Uma boa alternativa para combatê-lo é consumir alimentos naturais de cores diferentes, quanto mais colorido o prato, mais substâncias combatentes aos radicais livres são ingeridas.
O organismo perde diversos nutrientes, vitaminas e minerais durante o processo de estresse e essas perdas devem ser repostas pela ingestão de verduras e frutas, que são ricas em vitaminas do complexo B e C, além de alguns minerais como magnésio e o manganês. Para restituir o cálcio, é necessária a ingestão de leites e seus derivados. A prática de exercícios físicos também contribui para um melhor desempenho das funções cardiovasculares e respiratórias, além de tirar o foco dos problemas do dia a dia e fortalecer a musculatura. Indivíduos que possuem maus hábitos alimentares, ficam mais predispostos ao estresse. Por isso, fique atento, mantenha o equilíbrio da sua alimentação e não deixe que doenças provocadas pelo estresse atinjam o seu organismo!

Benefícios do Vinagre de Maçã

Olá sabado foi uma correria , fui as compras, sabe né ,como é, tudo fica pra ultima hora, comprar presentes da mamãe da sogra e da minha irmã também, apesar de contas ela também é mãe....rsrs
Mais não me esqueci de postar, por isso vou postar dois assuntos , um referente a sabado e outro pra hoje domingo....



Estava lendo sobre os benefícios de se ingerir o vinagre de maçã e achei interessante que tomassem conhecimento.
Existem vários tipos de vinagres mas este, em especial, tem propriedades que agem de forma a nos trazer mais saúde que os demais.
Após anos de estudo o Dr. D.C. Jarvis, médico norte-americano, afirma em seu livro “Folk Medicine - A Vermont Doctor’s to Good Heart” que a maioria das enfermidades como: artrite, osteoporose, reumatismo, pressão alta, gota, bursite, enfartos, derrames, fadiga crônica, dores de cabeça crônica, rinites, tem a mesma origem - acúmulo de cálcio no sangue. O vinagre de maçã teria o poder de dissolver esses cristais acumulados.
O potássio, contido no vinagre de maçã, é um dos mais importantes minerais, pois atrai os nutrientes para dentro das células. A falta deste mineral na dieta provoca o enrijecimento muscular, queda dos cabelos, envelhecimento da pele, as unhas se tornam quebradiças, obstrução de artérias e enfraquecimento dos ossos.
O vinagre auxilia no controle do pH do sangue e da pele e por ser rico em pectina, que dá a sensação de saciedade, inibindo o apetite, estimula a digestão, diminuindo o período de tempo que a gordura do alimento fica no trato digestivo, consequentemente absorvendo menos gordura.
Possui ainda qualidades antisépticas e é considerado antibiótico natural. Evita prisão de ventre (apontada como causa de inúmeras doenças), auxilia na eliminação de substâncias tóxicas que se alojam no intestino e fígado. É diurético. A fibra que se encontra no vinagre contribui para melhorar o funcionamento dos intestinos.
Cada organismo responde ao tratamento de forma diferente, médicos naturalistas recomendam o consumo na primeira semana, somente pela manhã, de uma colher de sopa do vinagre com água, podendo adicionar mel, para o organismo acostumar-se. A partir da segunda semana, pode-se passar a tomar duas colheres de sopa do vinagre três vezes ao dia (em jejum, uma hora antes ou após o almoço e ao deitar-se), sempre misturado a água.
Os benefícios do consumo deste líquido são: sono reparador, aumento da vitalidade física, combate a fadiga crônica, desaparecimento de gases intestinais e o amargor da boca, há melhora da visão, desaparecem as tonturas, o cabelo torna-se mais forte e a pele adquire jovialidade e beleza, auxilia no tratamento de dores de garganta e pressão alta, desaparece o mau hálito.
Ao que tudo indica parece que temos um elixir milagroso, o resultado é um pouco lento (em torno de três meses), mas mesmo assim acho que vale a pena tentar, vou fazer o teste e conforme sentir as diferenças irei relatando.
Quase esqueci a observação: atenção pois não se trata do vinagre que encontramos em supermercados comuns, é um tipo específico, com a finalidade de ingestão em doses maiores.  Talvez encontre em lojas de produtos naturais
Beijo grande!