Estudo aponta ação da chamada "junk food" no desenvolvimento do distúrbio
Conclusões são de pesquisa que acompanhou cerca de 3.500 pessoas; atividade inflamatória de alimentos pode explicar os resultados
IARA BIDERMAN
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Um padrão alimentar baseado em carnes processadas, gorduras trans e saturadas, cereais refinados, açúcar e aditivos alimentares (corantes, conservantes etc.) dobra o risco de depressão na meia idade. A afirmação é de um estudo, publicado no "British Journal of Psychiatry", que acompanhou quase 3.500 homens por cinco anos, no Reino Unido.
Pesquisadores do Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública da University College, em Londres, e do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica de Montpellier (França) utilizaram a base de dados do estudo de coorte Whitehall 2, que envolve vários países e inclui no total 10.308 pessoas.
Com os dados do estudo de coorte, os pesquisadores puderam controlar uma ampla gama de variáveis, como condições sociodemográficas, hábitos de vida e parâmetros médicos.
O padrão alimentar foi definido em dois grupos: alimentação integral (alto consumo de vegetais, frutas e peixe) e industrializada (alto consumo de doces, frituras, carne processada, gorduras trans e saturadas e cereais refinados). O mais alto grau diz respeito à ingestão dos alimentos de cada grupo seis ou mais vezes por dia; o grau mais baixo significa que os alimentos não são consumidos nunca ou menos de uma vez por mês.
Após cinco anos, os participantes responderam a um questionário padronizado para medir sintomas de depressão. Os pesquisadores fizeram, então, os ajustes para eliminar fatores como atividade física, doenças crônicas, tabagismo e depressão preexistente. Mesmo excluindo esses potenciais influenciadores, o grupo com o padrão alimentar baseado em alimentos industrializados apresentou o dobro de chances de desenvolver depressão.
"O efeito deletério dos alimentos industrializados na depressão é uma descoberta nova. Precisamos de mais estudos para explicar essa associação, mas a hipótese é que ela se deve ao maior risco de inflamação e doenças do coração, que estão envolvidas na depressão", disse à Folha Tasmine Akbaraly, coordenadora do estudo.
Ação inflamatória
Para Geraldo Possendoro, professor de medicina comportamental da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), estudos mostram que substâncias produzidas por certos alimentos levam à produção de proteínas com ação pró-inflamatória e que, entre essas, muitas são gatilhos da depressão.
"A alta ingestão de produtos industrializados cria uma sinalização inflamatória. As substâncias secretadas pelo intestino comunicam para os sistemas hipotalâmico [relacionado à secreção de neuro-hormônios] e límbico [relacionado às emoções] essa agressão", diz a endocrinologista e nutróloga Vânia Assaly, membro da International Hormone Society.
Akbaraly diz que essas hipóteses precisam ser testadas. "Queremos verificar o quanto uma dieta saudável pode diminuir o risco de depressão. E ainda não temos evidência de que mudar o padrão alimentar pode reverter o distúrbio."
Para Ricardo Moreno, coordenador do programa de transtornos afetivos do Instituto de Psiquiatria da USP, mesmo sendo preciso mais evidências, o estudo traz um importante recado. "Ele mostra como as medidas de bom senso, entre elas uma dieta saudável, funcionam de fato como fatores de proteção ao desenvolvimento da depressão", diz.
NUTRICIONISTA GRADUADA PELA UNIVERSIDADE UNINCOR TRÊS CORAÇÕES E ATUA, DESDE O ANO DE 2007, NA ÁREA DE REEDUCAÇÃO ALIMENTAR,EMAGRECIMENTO,NUTRIÇÃO ESPORTIVA E CLÍNICA.
BEM VINDA AO MEU BLOG
sexta-feira, maio 27
quarta-feira, maio 25
O SUS que não se vê
Este mês a Revista Radis da Fiocruz publicou excelente matéria intitulada: “O SUS que não se vê” que trata de mostrar o real tamanho e abrangência do Sistema Único de Saúde. O ensaio se baseia em dados colhidos por pesquisa do IPEA, publicados em fevereiro. Segundo tais dados cerca de 34% da população afirma nunca ter utilizado o SUS e também revelam um dado curioso: o sistema de saúde brasileiro é mais bem avaliado por aqueles que costumam utilizá-lo. |
Partindo de tais dados a publicação propõe algumas discussões interessantes que desmistificam equívocos e preconceitos relacionados à idéia que a maioria de nós faz do nosso sistema público de saúde.
O primeiro, e possivelmente o maior equívoco deles, é acreditar ser possível que algum brasileiro não seja usuário do SUS. O sistema faz parte do dia a dia de todos nós, mesmo que, às vezes, de maneira invisível. Utilizamos o SUS ao almoçarmos em um restaurante e ao adquirimos produtos alimentícios e medicamentos, por exemplo, pois todas as ações de vigilância sanitária são atribuições do SUS.
As campanhas de vacinação para controle e erradicação de doenças, propagandas e campanhas educativas para prevenção de doenças e agravos à saúde, pesquisa e produção de medicamentos e terapêuticas, além de acesso a tratamentos de alta complexidade, especialmente aqueles que não interessam ao sistema privado, são algumas das ações do SUS que a maioria desconhece. Sendo assim, ao contrário do que se imagina, o SUS não se limita aos atendimentos oferecidos nos postos de saúde ou hospitais públicos, sua abrangência é de tal proporção que é impossível que algum brasileiro possa dizer que nunca tenha utilizado o sistema.
Quando discute o nível de satisfação dos brasileiros com o SUS a pesquisa é ainda mais reveladora: o índice de satisfação do brasileiro é maior entre os que se dizem usuários do sistema, enquanto que o percentual dos que o consideram ruim ou muito ruim é maior entre os que afirmam não fazerem uso dele. Partindo desta constatação a matéria abre uma discussão importante sobre a influência da mídia na opinião da população a respeito do SUS. A revista denuncia uma “má vontade” da grande imprensa para com o SUS, na medida em que se interessa preferencialmente por relatos e imagens de pessoas afetadas pelas falhas do sistema, ao mesmo tempo em que não atribui ao mesmo as ações que dão certo e os indicadores positivos resultantes de tais ações.
O SUS é um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo, invejado por outros países como os EUA, por exemplo. Tem um programa de imunização de doenças que é um sucesso, sendo o responsável pela erradicação de várias delas. O impacto do SUS na redução da mortalidade infantil é indiscutível. O Brasil tem um sistema de tratamento e prevenção de HIV/aids exemplar e é o sistema público que mais faz transplantes e hemodiálises no mundo todo, incluindo a manutenção de uma rede de doadores com excelência em tecnologia. Grande parte das intervenções de alta complexidade, especialmente aquelas que não são de interesse do sistema privado, por serem muito dispendiosas, ficam a cargo do SUS. A Farmácia Popular não beneficia apenas os que têm acesso à medicação gratuita, ao impulsionar a expansão do mercado, promove também a queda dos preços para os demais consumidores. Essas são algumas das informações positivas a respeito do SUS que são pouco divulgadas na mídia, ou quando são divulgadas não são atribuídas como ações do SUS.
A matéria defende que essa propaganda negativa do SUS se deve, em parte, por uma orientação ideológica neoliberal, cujo interesse é sustentar o discurso de que o público não funciona. Seduzida por tal discurso a classe média vem cada vez mais procurando pelos planos de saúde, acreditando que desta maneira não precisará utilizar o SUS e reforçando uma idéia que precisa perder força: a de que “o SUS é para os pobres”.
Sabe-se, no entanto, que a cobertura dos planos de saúde se dedica basicamente a consultas e exames ou tratamentos de baixo custo, ou seja, aqueles procedimentos que trazem mais lucros para as seguradoras. Os demais, por necessitarem de maior abrangência ou complexidade, e que obviamente os planos não cobrem por serem muito caros, ficam a cargo do SUS. Para se ter uma idéia, segundo o Ministério da Saúde, há uma estimativa de que cerca de 20% dos usuários de planos de saúde se utilizam dos serviços hospitalares do SUS, o que equivale a um custo que pode chegar a 1 bilhão por ano, custo que não é ressarcido ao SUS pelas seguradoras.
A idealização do SUS tem raízes numa concepção de saúde integral, solidária, humanitária, democrática e que não seja objeto das leis do mercado. Esse diferencial já seria suficiente para defendermos o SUS como patrimônio nacional, estabelecendo com ele uma noção maior de pertencimento e agregando-lhe o valor que realmente merece. Entender que “o SUS é nosso” se faz fundamental para militarmos em sua defesa, a fim de lhe garantir financiamento adequado e melhoria na qualidade de seus serviços e ações. Por isso, se lhe perguntarem se você é usuário do SUS não se envergonhe em dizer que sim. O Brasil agradece.
FONTE: http://bit.ly/lwfQ8f
O primeiro, e possivelmente o maior equívoco deles, é acreditar ser possível que algum brasileiro não seja usuário do SUS. O sistema faz parte do dia a dia de todos nós, mesmo que, às vezes, de maneira invisível. Utilizamos o SUS ao almoçarmos em um restaurante e ao adquirimos produtos alimentícios e medicamentos, por exemplo, pois todas as ações de vigilância sanitária são atribuições do SUS.
As campanhas de vacinação para controle e erradicação de doenças, propagandas e campanhas educativas para prevenção de doenças e agravos à saúde, pesquisa e produção de medicamentos e terapêuticas, além de acesso a tratamentos de alta complexidade, especialmente aqueles que não interessam ao sistema privado, são algumas das ações do SUS que a maioria desconhece. Sendo assim, ao contrário do que se imagina, o SUS não se limita aos atendimentos oferecidos nos postos de saúde ou hospitais públicos, sua abrangência é de tal proporção que é impossível que algum brasileiro possa dizer que nunca tenha utilizado o sistema.
Quando discute o nível de satisfação dos brasileiros com o SUS a pesquisa é ainda mais reveladora: o índice de satisfação do brasileiro é maior entre os que se dizem usuários do sistema, enquanto que o percentual dos que o consideram ruim ou muito ruim é maior entre os que afirmam não fazerem uso dele. Partindo desta constatação a matéria abre uma discussão importante sobre a influência da mídia na opinião da população a respeito do SUS. A revista denuncia uma “má vontade” da grande imprensa para com o SUS, na medida em que se interessa preferencialmente por relatos e imagens de pessoas afetadas pelas falhas do sistema, ao mesmo tempo em que não atribui ao mesmo as ações que dão certo e os indicadores positivos resultantes de tais ações.
O SUS é um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo, invejado por outros países como os EUA, por exemplo. Tem um programa de imunização de doenças que é um sucesso, sendo o responsável pela erradicação de várias delas. O impacto do SUS na redução da mortalidade infantil é indiscutível. O Brasil tem um sistema de tratamento e prevenção de HIV/aids exemplar e é o sistema público que mais faz transplantes e hemodiálises no mundo todo, incluindo a manutenção de uma rede de doadores com excelência em tecnologia. Grande parte das intervenções de alta complexidade, especialmente aquelas que não são de interesse do sistema privado, por serem muito dispendiosas, ficam a cargo do SUS. A Farmácia Popular não beneficia apenas os que têm acesso à medicação gratuita, ao impulsionar a expansão do mercado, promove também a queda dos preços para os demais consumidores. Essas são algumas das informações positivas a respeito do SUS que são pouco divulgadas na mídia, ou quando são divulgadas não são atribuídas como ações do SUS.
A matéria defende que essa propaganda negativa do SUS se deve, em parte, por uma orientação ideológica neoliberal, cujo interesse é sustentar o discurso de que o público não funciona. Seduzida por tal discurso a classe média vem cada vez mais procurando pelos planos de saúde, acreditando que desta maneira não precisará utilizar o SUS e reforçando uma idéia que precisa perder força: a de que “o SUS é para os pobres”.
Sabe-se, no entanto, que a cobertura dos planos de saúde se dedica basicamente a consultas e exames ou tratamentos de baixo custo, ou seja, aqueles procedimentos que trazem mais lucros para as seguradoras. Os demais, por necessitarem de maior abrangência ou complexidade, e que obviamente os planos não cobrem por serem muito caros, ficam a cargo do SUS. Para se ter uma idéia, segundo o Ministério da Saúde, há uma estimativa de que cerca de 20% dos usuários de planos de saúde se utilizam dos serviços hospitalares do SUS, o que equivale a um custo que pode chegar a 1 bilhão por ano, custo que não é ressarcido ao SUS pelas seguradoras.
A idealização do SUS tem raízes numa concepção de saúde integral, solidária, humanitária, democrática e que não seja objeto das leis do mercado. Esse diferencial já seria suficiente para defendermos o SUS como patrimônio nacional, estabelecendo com ele uma noção maior de pertencimento e agregando-lhe o valor que realmente merece. Entender que “o SUS é nosso” se faz fundamental para militarmos em sua defesa, a fim de lhe garantir financiamento adequado e melhoria na qualidade de seus serviços e ações. Por isso, se lhe perguntarem se você é usuário do SUS não se envergonhe em dizer que sim. O Brasil agradece.
FONTE: http://bit.ly/lwfQ8f
Fonte: FONTE: http://bit.ly/lwfQ8f
segunda-feira, maio 23
Cuidado com os suplementos
domingo, maio 22
Domingo dia especial....
sábado, maio 21
Farinha de feijão branco aumenta a saciedade, mas consumo deve ser moderado Rico em fibras e proteínas, ele é um aliado da sua dieta
As propriedades do feijão branco colocaram este alimento na lista dos mais procurados por quem quer perder peso ou enfrenta uma dieta restritiva. Mas porque esse alimento ganhou fama tão repentina? Sua farinha promete favorecer o emagrecimento e a redução dos níveis de açúcar no sangue. "A responsável é a proteína presente nesse feijão, a faseolamina, que inibe a absorção de glicose (amido) pelo organismo, sendo importante para o controle do diabetes", explica a nutricionista Renata Ramos, da Universidade Unisinos.
Entretanto, por ser uma proteína, a faseolamina é desnaturada quando cozida. Sendo assim, para aproveitar ao máximo os benefícios desse alimento, a melhor maneira de consumi-lo é na forma de farinha. Para obter essa consistência, após lavar e secar o feijão, bata-o no liquidificador, peneire e conserve em geladeira.
Emagrece mesmo?
Os benefícios da farinha de feijão branco para a dieta estão relacionados, principalmente a quantidade de fibras que carrega. "As fibras são parte essencial do bom funcionamento do intestino e ajudam a dar uma maior sensação de saciedade, importante para o emagrecimento", explica a nutricionista da Unisinos, no Rio Grande do Sul. Além da farinha, Renata defende o consumo de todos os tipos de feijões, pois são ricos em fibras. "O feijão é uma das principais fontes de fibras encontrada no cardápio da dieta popular do brasileiro". "Considero o feijão melhor do que a soja, pois, apesar de não possuir as isoflavonas, ele é mais versátil e já caiu no gosto do brasileiro". Mas até com esse alimento nutritivo é importante ter moderação. O ideal é que o preparado da farinha de feijão branco não seja consumido durante tempo indeterminado; a nutricionista recomenda uma ingestão por, no máximo, 30 a 40 dias e de apenas uma colher de café antes do almoço, diluída em uma pequena quantidade de água. "Isso porque o feijão cru tem toxinas, que em grandes quantidades podem ser prejudiciais à saúde, causando diarreias", diz SImone. Há pessoas que relatam ter tido um aumento das flatulências depois que começaram a ingerir a farinha". Outro ponto a ser observado por quem tem tendência a gases.
As propriedades do feijão branco colocaram este alimento na lista dos mais procurados por quem quer perder peso ou enfrenta uma dieta restritiva. Mas porque esse alimento ganhou fama tão repentina? Sua farinha promete favorecer o emagrecimento e a redução dos níveis de açúcar no sangue. "A responsável é a proteína presente nesse feijão, a faseolamina, que inibe a absorção de glicose (amido) pelo organismo, sendo importante para o controle do diabetes", explica a nutricionista Renata Ramos, da Universidade Unisinos.
Entretanto, por ser uma proteína, a faseolamina é desnaturada quando cozida. Sendo assim, para aproveitar ao máximo os benefícios desse alimento, a melhor maneira de consumi-lo é na forma de farinha. Para obter essa consistência, após lavar e secar o feijão, bata-o no liquidificador, peneire e conserve em geladeira.
Entretanto, por ser uma proteína, a faseolamina é desnaturada quando cozida. Sendo assim, para aproveitar ao máximo os benefícios desse alimento, a melhor maneira de consumi-lo é na forma de farinha. Para obter essa consistência, após lavar e secar o feijão, bata-o no liquidificador, peneire e conserve em geladeira.
Emagrece mesmo?
Os benefícios da farinha de feijão branco para a dieta estão relacionados, principalmente a quantidade de fibras que carrega. "As fibras são parte essencial do bom funcionamento do intestino e ajudam a dar uma maior sensação de saciedade, importante para o emagrecimento", explica a nutricionista da Unisinos, no Rio Grande do Sul. Além da farinha, Renata defende o consumo de todos os tipos de feijões, pois são ricos em fibras. "O feijão é uma das principais fontes de fibras encontrada no cardápio da dieta popular do brasileiro". "Considero o feijão melhor do que a soja, pois, apesar de não possuir as isoflavonas, ele é mais versátil e já caiu no gosto do brasileiro".
Os benefícios da farinha de feijão branco para a dieta estão relacionados, principalmente a quantidade de fibras que carrega. "As fibras são parte essencial do bom funcionamento do intestino e ajudam a dar uma maior sensação de saciedade, importante para o emagrecimento", explica a nutricionista da Unisinos, no Rio Grande do Sul. Além da farinha, Renata defende o consumo de todos os tipos de feijões, pois são ricos em fibras. "O feijão é uma das principais fontes de fibras encontrada no cardápio da dieta popular do brasileiro". "Considero o feijão melhor do que a soja, pois, apesar de não possuir as isoflavonas, ele é mais versátil e já caiu no gosto do brasileiro".
Mas até com esse alimento nutritivo é importante ter moderação. O ideal é que o preparado da farinha de feijão branco não seja consumido durante tempo indeterminado; a nutricionista recomenda uma ingestão por, no máximo, 30 a 40 dias e de apenas uma colher de café antes do almoço, diluída em uma pequena quantidade de água. "Isso porque o feijão cru tem toxinas, que em grandes quantidades podem ser prejudiciais à saúde, causando diarreias", diz SImone. Há pessoas que relatam ter tido um aumento das flatulências depois que começaram a ingerir a farinha". Outro ponto a ser observado por quem tem tendência a gases.
sexta-feira, maio 20
Alimentos que rejuvenescem
Quem nunca ouviu falar que somos aquilo que comemos? A boa alimentação tem reflexo no nosso corpo. Cada nutriente tem papel importante para o bom funcionamento do organismo e alguns deles agem inclusive contra o envelhecimento: são os chamados alimentos antioxidantes.Como o próprio nome diz, esse grupo de alimentos (frutas, legumes e verduras) protege o organismo combatendo a ação danosa dos radicais livres – os quais, em grande quantidade, acabam por danificar as células, promovendo o envelhecimento. Os radicais livres são o resultado dos raios solares, radioterapia, tabagismo, consumo excessivo de álcool, atividades físicas intensas, uso de medicamentos ou drogas, estresse emocional e desequilíbrio nutricional, entre outros fatores.
Aposte em vitaminas
É fundamental que em todas as refeições estejam presentes alimentos ricos em vitaminas C e E, betacaroteno e zinco, entre outras.
Confira onde encontrar esses “ingredientes” que ajudam o seu organismo a ficar jovem por mais tempo.
Vitamina C
Encontrada em frutas cítricas, vegetais folhosos crus e legumes. Os fumantes perdem esses nutrientes consideravelmente; caso não consigam parar de fumar, é necessário consumi-los em maior quantidade.
Vitamina E
Encontrada nos óleos vegetais como milho, soja e girassol; no gérmen de trigo; aspargos, abacate, frutas vermelhas, vegetais de folhas verde-escuras, legumes, semente de linhaça, nozes e castanhas em geral.
Betacaroteno
Encontrado em frutas e vegetais amarelo-alaranjados, vegetais folhosos verde-escuros.
Flavonóides
Berinjela, beterraba, morango, uva, ameixa, cereja e soja contêm o nutriente.
Selênio
Presente na castanha do Brasil, atum, gérmen de trigo, farelo de trigo, brócolis e couve.
Zinco
Frutos do mar, peixes, carne vermelha, cereais integrais, leguminosas, milho e ostras são as principais fontes.
Licopeno
Encontrado nas frutas vermelhas como melancia, tomate, goiaba.
Cobre
Encontrado nas nozes, leguminosas, cereais integrais, frutas secas, aves, ostras e mariscos.
Cardápio antioxidante
Rosana Raele, nutricionista do Centro de Medicina Preventiva Einstein, sugere o cardápio completo rico em substâncias antioxidantes.
Café da Manhã
• copo de suco de laranja
• 1 xícara de café com leite (preferência semidesnatado ou desnatado)
• 2 fatias de pão integral (quanto mais grãos melhor!).
• 1 fatia de queijo branco
• ½ mamão papaia com 1 colher (sobremesa) de farelo de aveia
Lanche da manhã
• 3 castanhas do Brasil ou frutas secas (damasco, figo etc.)
Almoço
• Salada de folhas verde-escuras + tomate, regado com 1 colher (sobremesa) de azeite
• 3 colheres (sopa) de arroz integral
• Filé de peixe grelhado (pode ser atum)
• Seleta de legumes
• Sobremesa: 1 fatia de melancia ou goiaba vermelha
Lanche
• 1 copo de leite (de preferência semidesnatado ou desnatado) batido com morangos (fruta vermelha) e 1 colher (sobremesa) de semente de linhaça triturada
• 1 fatia de pão integral
• 1 colher (sobremesa) de cream cheese
Jantar
• Salada mista com folhas verde escuras com berinjela
• Arroz integral
• Frango grelhado
• Brócolis refogado
• Sobremesa: 1 cacho de uvas
Ceia
• 1 copo de suco de soja ou chá de erva-doce e camomila com 3 unidades de biscoitos integrais.
quarta-feira, maio 18
Alimentação- Meu filho não quer comer. O que eu faço?
Pai e mãe devem ter em mente o seguinte: quando a fome apertar, a criança vai comer. Mas, nada de alarmes, não é preciso deixá-la com fome. Há caminhos bem mais suaves para persuadi-la a alimentar-se. O primeiro passo é verificar se realmente não há nenhum problema de saúde, ou seja, se a falta de apetite não é de origem orgânica, incluindo o início da dentição, o que também resulta no desinteresse pelos alimentos. Não havendo nenhum problema do gênero, papai e mamãe devem adotar alguns procedimentos:
- Nunca ofereça muita comida à criança - ela tem o estômago pequeno;
- Varie os alimentos. A mesma comida, todos os dias, não desperta o interesse. Incremente o prato com algum alimento de cor diferente daquele que você ofereceu anteriormente, por exemplo;
- Evite que a criança fique "beliscando" entre uma refeição e outra;
- Mantenha verduras e legumes em todas as refeições. Mesmo que a criança não aceite, não a obrigue a comer, assim ela ficará com raiva do ingrediente. Deixe lá, a constante presença desses alimentos despertará a curiosidade da criança;
- Em contrapartida, não ofereça sopas batidas no liquidificador para que a criança ingira verduras e legumes. Essa tática dificulta o estímulo do paladar, por não permitir que a criança reconheça os diferentes sabores;
- Respeite os gostos de seu filho, pode ser que ele realmente não goste de determinada comida e, mesmo nos primeiros anos de vida, a criança já tem preferências e aversões alimentares. Às vezes, por não gostar de um ou de outro ingrediente, ela rejeita toda a refeição;
- O ambiente onde as refeições são realizadas deve ser tranqüilo. Desligue a TV, abaixe o volume do rádio e evite discussões;
- A criança com mais de um ano e que ainda toma muitas mamadeiras ao dia pode ter dificuldades em aceitar os alimentos sólidos, neste caso é melhor diminuir as mamadas;
- A criança não gostou da comida. Por zelo, muitas mães preparam a refeição dos filhos separadamente, usando poucos temperos. O problema é que às vezes a comida fica sem gosto algum. Experimente os alimentos antes de oferecê-lo aos menores;
- Não dê sucos e refrigerantes durante a refeição, porque a capacidade gástrica da criança ainda é limitada. Se ela tomar um desses líquidos pode não ter espaço para a comida;
- Não force seu filho a comer. Se ele ficar com fome, vai alimentar-se na próxima refeição;
- Não ofereça comida fora de hora. A criança que passa o dia inteiro comendo dispensa as refeições principais pelo simples fato de não estar com fome;
- Deixe a criança comer com as mãos. Ela se diverte manipulando a comida e vê nesse momento uma ocasião prazerosa, agradável;
- Nunca prometa uma recompensa, como por exemplo, "coma o arroz que eu lhe dou um sorvete". Assim você fará com que seu filho tenha desprezo pela comida;
- Não faça a brincadeira do aviãozinho. A hora é de comer, não de mimar a criança;
- Não adianta pedir para seu filho comer cenoura se você está comendo um sanduíche, ele naturalmente irá querer comer o lanche, pois se você despreza a cenoura, é porque o outro alimento deve ser mais gostoso;
- Por fim, seja firme com a criança, sem ser rígida, afinal o momento de se alimentar deve ser prazeroso e não angustiante.
Não esqueça que uma alimentação excessiva pode resultar num adolescente obeso, que futuramente irá procurar um endocrinologista para emagrecer. Considere também que a necessidade energética da criança vai diminuindo com o passar dos anos. Uma criança com três anos de idade, por exemplo, precisa de mais calorias do que uma com sete, o que torna normal a redução do apetite.
Há mães que, de tão preocupadas, oferecem suplementos nutricionais sem orientação. Sem querer elas podem estar contribuindo para a formação de um adulto obeso, pois a energia extra que a criança recebe passa a se acumular em seu tecido gorduroso.
O detalhe importante é que o número de células gordurosas de uma pessoa é definido até os dois anos de idade e, existindo um número muito grande de células adiposas no organismo adulto, essa pessoa terá mais dificuldade em controlar seu peso, ao contrário daquela que, na infância, recebeu uma dieta balanceada e produziu um número normal de células gordurosas.
terça-feira, maio 17
Transtorno alimentar infantil

Os transtornos alimentares, geralmente apresentam as primeiras manifestações a partir da infância ou adolescência.
Dentre os que se apresentam na infância, os mais comuns são regurgitação ou remastigação de alimentos (transtorno de ruminação), a PICA (comer substâncias como barro, terra, areia, cabelo, entre outros) e o não querer mamar o leite materno ou mesmo não aceitar a mamadeira.
Os transtornos tardios iniciados na adolescência, geralmente são a Anorexia e Bulimia Nervosa, relacionados à alterações no apetite e discrepância em sua imagem corporal real.
A Anorexia Nervosa, surge geralmente, na idade escolar. O adolescente sofre muita pressão da mídia, amigos, revistas, entre outros, que nos impõe que um corpo magro e "cheio de ossos" aparentes é tido como um padrão de beleza. Mas na verdade essa magreza excessiva não representa um corpo saudável e também não é belo.
A Bulimia Nervosa está relacionada com a compulsão alimentar e purgação em seguida. O indivíduo se alimenta compulsivamente e em seguida coloca tudo pra fora, seja através do vômito ou pelo uso de enemas. Normalmente, esses episódios estão relacionados a algum tipo de sentimento, como frustração, tristeza, raiva, ódio, solidão, exclusão, entre outros.
São muitos os motivos para que a criança ou adolescente apresente uma recusa alimentar, cabe aos pais saber distinguir o ponto que passa a ser algo anormal e procurar a ajuda de um profissional da saúde. Não demore para buscar ajuda, quanto mais tempo, mais complicado e pode ser tarde demais!
segunda-feira, maio 16
DICA SAUDÁVEL

Troque o pãozinho por um suco natural e biscoitos integrais e nuturais, muito mais saúde para seu corpo, faça exercícios sempre que possível, pratique um esporte, viva feliz!!!

Veja alguns alimentos antioxidantes que vão auxiliar o bom funcionamento de seu organismo:
Tomate e Melancia são fontes de licopeno, eles combatem o envelhecimento das células, estimulam o sistema de defesa do organismo.
Uvas vermelhas, suco de uva e vinho tinto, atuam no combate aos radicais livres.
Frutas como laranja, limão e tangerina, possuem vitamina C e apresentam ação antioxidante.
O chá verde e branco possuem Flavonóides de ação antioxidante.
O Alho fornece antioxidantes deve ser consumido cru ou em temperos.
Tomate e Melancia são fontes de licopeno, eles combatem o envelhecimento das células, estimulam o sistema de defesa do organismo.
Uvas vermelhas, suco de uva e vinho tinto, atuam no combate aos radicais livres.
Frutas como laranja, limão e tangerina, possuem vitamina C e apresentam ação antioxidante.
O chá verde e branco possuem Flavonóides de ação antioxidante.
O Alho fornece antioxidantes deve ser consumido cru ou em temperos.
domingo, maio 15
8 motivos para você beber mais água
Ela é sinônimo de vida – não é à toa que uma das grandes preocupações do momento é a preservação desse líquido cada dia mais precioso. Economizar água é palavra de ordem da nossa era. Só não vale para um caso: hidratar seu corpo.
Para ajudá-la a manter a corpo e a saúde em dia, destacamos oito motivos que fazem da água uma das suas melhores amigas.
1 - Facilita a Digestão
A água ajuda na formação de enzimas (substâncias que facilitam as reações químicas no organismo) e também da saliva e do suco gástrico, que atuam na digestão.
2 - Combate o Inchaço
Sem uma hidratação adequada, o volume de sangue diminui. Assim, as vitaminas e os minerais que ele carrega demoram mais tempo para chegar às células e, conseqüentemente, na pele e nas extremidades como cabelo e unhas. Por outro lado, bem hidratada, sua pele fica bonita e seu cabelo e unhas fortes. Além disso, com uma boa irrigação, o organismo não retém sódio – responsável pelo inchaço.
3 - Reduz Infecções
Ao se manter hidratada, você assegura que seu corpo será bem nutrido pelo sangue. É ele também que transporta minerais, como o ferro – importante para fortalecer as defesas do organismo.
4 - Regula a Temperatura
Por meio da transpiração, a água evita que o organismo entre em colapso com alterações bruscas de temperatura e faz com que ele se adapte ao ambiente.
5 - Turbina a performance na malhação
O melhor desempenho em atividades físicas ocorre porque as fibras musculares “ficam azeitadas”, deslizando com mais facilidade, o que reduz o risco de cãibras e de contusões.
6 - Desintoxica e previne a celulite
Grande parte das toxinas é expulsa do nosso organismo por meio da urina e do suor. Por dia, eliminamos 1 litro e meio de urina e o equivalente a um copo de água na transpiração. Se não houver hidratação suficiente, esse processo – e a sua saúde! – fica comprometido. A água amolece as fezes, facilitando a eliminação delas. Todo esse conjunto, aliado à melhora na circulação sanguínea, acaba prevenindo o aparecimento de celulite.
7 - Ajuda a emagrecer
Isso acontece principalmente quando ela é consumida junto com fibras solúveis, encontradas, por exemplo, nas frutas e na aveia. Em contato com a água, as fibras incham como uma esponja e dão sensação de saciedade. A água também pode “enganar” temporariamente o estômago com sua presença, mas, como ela não sofre digestão e absorção, essa sensação passa rapidamente e a fome reaparece.
8 - Melhora a absorção dos nutrientes
Vale lembrar que é o sangue que carrega a glicose e outros nutrientes para as células, alimentando-as. E só uma hidratação adequada garante o volume ideal de sangue para transportar os nutrientes. Além disso, para serem absorvidos, eles precisam da água. É o caso das vitaminas C e do complexo B, que reforçam nossas defesas.
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